Por que seu livre-arbítrio pode estar lhe fazendo infeliz

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Livre-arbítrio. É uma palavra muito propalada por profissionais da área de psicologia e poucas pessoas realmente sabem o que ela representa e significa no contexto da complexidade humana.

O livre-arbítrio pode estar comprometendo sua saúde mental, bem-estar e por último sua felicidade sem, no entanto, você estar consciente desse fato. Decidimos muitas vezes por instinto ou intuição e acabamos por enveredar por um caminho torto, nada saudável e não nos apercebemos disso.

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Livre-arbítrio, Instinto e Intuição

O que é livre-arbítrio? Instinto? Intuição?

Como são definidos estes conceitos?

O livre-arbítrio consiste na possibilidade de decisão, de escolher, de decidir a respeito de um objetivo ou meta a se atingir. Essa decisão é feita em função da própria vontade, independente de qualquer motivo, causa determinante ou fato condicionante.

O livre-arbítrio é natureza inerente a todo ser humano, desde seu nascimento, e ele se constitui numa linha imaginária que seguimos segundo a nossa vontade, sentimentos, emoções, princípios e comportamento.

O instinto é um impulso interior, independente da razão, que o indivíduo executa inconscientemente  visando atender suas necessidades de sobrevivência própria, de sua família, espécie ou descendência. Em síntese, seriam ações predeterminadas, pré-estabelecidas, padronizadas que visam à preservação do indivíduo ou de sua descendência.

A intuição é a capacidade inata do indivíduo de perceber, diferenciar, avaliar e pressentir uma ou várias coisas simultaneamente, independente de raciocínio ou análise, visando tomar uma decisão ou atitude. Em síntese, é o processo de conclusão inconsciente e antecipado do indivíduo a respeito de um fato ou objeto.

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Por que Seu Livre-Arbítrio Pode Estar lhe Fazendo Infeliz

Esclarecidos os conceitos que abrangem o plano do livre-arbítrio podemos nos aprofundar um pouco no assunto em vista que ele influencia de forma preponderante a sua felicidade e de qualquer outro ser humano.

O que nos permite escolher nosso destino ou caminho a seguir na vida, enveredar pela linha que nos possivelmente encaminhará a um objetivo almejado ou meta a atingir é o livre-arbítrio.

Essa natureza especial e inata do ser humano pode conduzi-lo ao oásis, mesmo circundado pelas quentes areias ou ao poço de lava fervente rodeado por águas frias e profundas. Mas porque dessa ambiguidade em relação ao livre-arbítrio?

Ser feliz ou infeliz não depende de predestinação, karma ou outra natureza obscura. Se existe influência destas partes, ela não é dominante, de maneira alguma. Ela sim é coadjuvante, natureza que concorre no sentido de reforçar a decisão, efeito da escolha do indivíduo feita com respaldo de seu livre-arbítrio.

Se você não escolher bem ou corretamente o caminho a seguir, se escolher de maneira impensada, sem analisar ou avaliar as consequências de sua decisão, as consequências de sua escolha lhe trarão efeitos negativos no prosseguimento de sua vida. Isso ocorre em qualquer situação, desde os fatos mais simples até as ações e fatos de vulto.

E o que seria não escolher bem? Seria decidir-se por uma vida desregrada, torta, ausente de disciplina, amor-próprio ou autoestima, sem responsabilidades, sem objetivos definidos.

Vejamos alguns exemplos simples e típicos que não permitem que você seja uma pessoa feliz em plenitude:

Viver de “bicos”; não ter emprego fixo ou viver a todo o momento desempregado; ter uma vida sexual muito variada, sem um parceiro fixo ou transar sem proteção; ter caráter duvidoso, agindo em ações de corrupção; não ter escolaridade ou abandonar os estudos por negligência ou preguiça; engravidar ou ser engravidada sem planejamento ou fora do matrimônio; viver em festas, baladas ou entregue ao “vício da alegria”; ser viciado em jogos de azar; ser drogado ou alcoolista; optar pela vida do crime; praticar a traição matrimonial ou enganar amorosamente alguém; trair a amizade confiança em um relacionamento pessoal ou profissional, etc.

São vários exemplos que não devem ser seguidos. Segui-los é almejar o sofrimento, a desgraça, a agonia, o afastamento da desejada felicidade.

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O livre-arbítrio lhe permite que você faça suas escolhas. Faças-as com calma e critério, pense, analise se o caminho que deseja seguir é realmente o melhor para você e para aqueles que ama. Lembre que sua decisão terá reflexos não somente para você, mas para quem convive contigo nos planos ascendente e descendente de sua história de vida.

Ser infeliz não é uma imposição do destino ou da vida, mas sim uma escolha. Decida por ser feliz, por caminhar em direção à felicidade e seus efeitos positivos, seguir pelo caminho que conduz ao maior dos desejos do ser humano.

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Benefícios que Este Conteúdo Pode Proporcionar ao Leitor

Trabalhe sua mente, a consciência, a percepção de suas capacidades, possibilidades e limitações visando ser feliz.

Se você decidir mal ou erradamente em suas escolhas quem vai sofrer, em primeira instância, será você. Não esqueça que nem sempre é possível retornar ao ponto do dilema e refazer sua escolha.

“Ser um juiz federal é coisa difícil para mim, mas eu posso ser um bom advogado porque tenho forças para estudar para ser um… se tentar ser juiz não conseguirei… não tenho forças e capacidade real para estudar tanto…”.

O pensamento ou reflexão acima não indica que o indivíduo não possa ser um juiz federal. Ele retrata uma real avaliação da capacidade pessoal, possibilidades e limitações de um indivíduo. Pense e saiba que podemos ser aquilo que desejamos, mas temos que encarar a realidade segundo nossas capacidades, possibilidades e limitações.

Não faça de sua vida uma colcha de retalhos ou um amontoado de cinzas para depois ser um indivíduo marcado pelas lamúrias. É fácil nos depararmos com pessoas que dizem não ter encontrado o amor, que não são livres para amar ou que estão acorrentadas a um amor impossível ou coisas correlatas. Também escolheram por uma vida torta, sem disciplina, sem metas e objetivos definidos, primando pela preguiça, falta de vontade e ausência de perseverança.

São pessoas que escolheram se tornar vítimas da vida. Acham mais glamoroso ser uma das vítimas da vida do que lutar realmente por sua felicidade. Lutar pela felicidade exige disciplina, esforço, devoção, qualidades imprescindíveis para a conquista desse objetivo universal.

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Robert Thomaz é escritor, poeta, autodidata, pesquisador, blogueiro. Dedica-se ao estudo e pesquisa de assuntos relativos à qualidade de vida, relacionamento intrapessoal, relacionamento interpessoal, saúde e bem-estar.

Website: http://sentimentoseletras.com.br

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