Redes sociais realmente reduzem a depressão?

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Redes sociais hoje em dia fazem parte de nossa vida da mesma maneira que nossa vida faz parte delas. Ambíguo não? Nem tanto. Afirmo isso devido à presença tão relevante e significativa dessas estruturas no dia-a-dia de nossas vidas.

Acessamos a internet diariamente em busca de conhecimento e informação. No contexto grandioso da web além deste poderoso binômio procuramos interagir com outros indivíduos e grupos. Essa interação decorre da coincidência ou semelhança de interesses, gostos, preferências e até de sentimentos.

Embora as redes sociais já existissem muito antes do surgimento da web, fato que as impulsionou fantasticamente pelo alcance global que ela proporciona, a pujança dessas estruturas sociais se deve a possibilidade de um indivíduo encontrar afinidades, pessoas que tenham interesses afins e que também buscam interagir.

Apesar da possibilidade explícita das redes sociais será que realmente elas contribuem para minimizar a depressão que devasta a felicidade das pessoas na atualidade?

Kiev, Ukraine - May 20, 2013 - A social media logotype collection of well-known social network brand's placed on modern computer keyboard. Include Facebook, YouTube, Twitter, Google Plus, Instagram and more other logos.

Entendendo as redes sociais

Conceitualmente, redes sociais são estruturas sociais constituídas por pessoas, grupos ou mesmo organizações ligadas por um ou mais tipos de relações nas quais compartilham conhecimentos e informações comuns. Que principalmente caracteriza as redes sociais não é a sua abertura e liberdade, mas sim a interatividade entre seus integrantes devido as suas afinidades e interesses comuns.

As redes sociais online podem operar em variados níveis como as redes de relacionamentos (Facebook, Google Mais, Twitter, Tumblr, Instagram, MySpace, Badoo, etc.), redes profissionais (Linkedin), redes comunitárias (como redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, redes militares, etc. Estas permitem avaliar como as organizações se desenvolvem e como os indivíduos alcançam seus objetivos e metas, ou seja, mensurar o capital social que consiste no valor obtido pelos indivíduos na rede social.

As redes sociais não possuem limites específicos. Seus limites vão muito além dos limites físicos sendo definidos pelos limites de expectativas, de confiança, de lealdade, os quais são permanentemente mantidos e renegociados pela rede de comunicações.

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O papel das redes sociais na minimização da depressão

A sociedade vive ameaçada em sua estrutura e integridade por uma das mais graves doenças já vistas. Sua ação é obscura, silente e devastadora. Refiro-me a depressão.

A depressão consiste numa queda significativa na autoestima e na autoconfiança do indivíduo. Ele sente como se estivesse encarcerado dentro de si mesmo. Aonde vai sente-se preso, sufocado. Carrega sempre um peso, uma pressão invisível que o sufoca, que o mantém algemado. E este estado é agravado pela sensação de que o mundo perdeu seu brilho, sua luz. Ele sente que está num buraco, frio, úmido, sozinho no qual não tem esperanças de sair.

Quem está em depressão não visualiza o futuro porque este não lhe apresenta nada, nenhuma alegria ou felicidade, já que estas estão ausentes no presente. Falta-lhe energia para agir, para viver, para gozar da felicidade que somente vê acontecer ao redor, na vida dos outros e não na sua. Sente-se que o corpo está anestesiado embora uma dor intermitente que vaga por ele esteja sempre presente, inibindo a vontade que se gostaria de ter para viver.

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As redes sociais reduzem a depressão por que entram como solução ou apresentam papel paliativo no combate à doença no sentido de resgatar o indivíduo de sua solidão, de seu afastamento do convívio social e dele achar que nada tem de bom ou nada tem a oferecer de vantajoso a alguém.

A pessoa em estado depressivo ou em depressão normalmente é uma pessoa que perdeu o foco, perdeu o rumo de sua vida ou por que seus objetivos – pessoais ou profissionais – se esfacelaram por alguma razão extremamente forte. Em decorrência disso, sua autoestima e autoconfiança entraram em grave declínio levando-o a imergir na depressão.

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Para superar a dor da depressão deve-se ter foco, e o foco significa ter objetivos e metas a conquistar, a alcançar na vida. Enquanto em labuta na conquista de seus objetivos e metas o indivíduo não se sente em solidão, não se acha improdutivo ou em estado de desprezo.

A tristeza está muito intimamente ligada à depressão, por isso dizemos que a primeira é filha da segunda devido ao fato de uma ter muito do “DNA” da outra.

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As redes sociais entram na solução do problema no sentido do indivíduo manter-se conectado a pessoas que tenham o mesmo problema, a fim de encontrar apoio e solidariedade e também ter acesso a possíveis dicas de como amenizar sua dor.

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As redes sociais também permitem que o indivíduo desenvolva seu altruísmo, caso não o tenha e se tiver a potencializá-lo, desenvolvendo um trabalho de ajuda ao próximo, como criar e produzir conteúdos relevantes para a melhoria da qualidade de vida e saúde daqueles que não a possuem. Criando conteúdos importantes ele se mantem ocupado, tem objetivos e metas a atingir, tem foco, não se perde na solidão, não permite que a tristeza o acolha e que ocorra a queda em sua autoestima e autoconfiança.

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Benefícios que Este Conteúdo Pode Proporcionar ao Leitor

Você deve ter foco, ter objetivos e metas a atingir em sua vida pessoal e profissional. Deve trabalhar estratégias no sentido de alcançar esses objetivos e metas, seja no plano amoroso, social ou profissional. Não pode deixar a tristeza, a ociosidade e a falta de motivação conquistar e dominar seu ânimo. A depressão “ama” a tristeza, a falta de vontade, de ânimo.

Por exemplo, faça como eu, sou uma pessoa ansiosa e a ansiedade é um caminho que se abre à depressão. Como sou escritor há mais de quinze anos e depois de tanto tentar publicar e ganhar dinheiro com meus livros; de tentar ganhar dinheiro com marketing de conteúdo, finalmente encontrei o meu caminho.

Deixei de pensar no dinheiro e foquei na ajuda ao próximo, nas pessoas que perderam a alegria e a felicidade em suas vidas. Passei a produzir conteúdos relevantes voltados à superação da dor das pessoas e a possível eliminação do problema que a provoca. Adeus tristeza, adeus depressão de qualquer natureza.

Robert Thomaz

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Robert

Robert Thomaz é escritor, poeta, autodidata, pesquisador, blogueiro. Dedica-se ao estudo e pesquisa de assuntos relativos à qualidade de vida, relacionamento intrapessoal, relacionamento interpessoal, saúde e bem-estar.

Website: http://sentimentoseletras.com.br

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