10 Dicas para reduzir os conflitos no relacionamento amoroso

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Relacionamento amoroso, qualquer que ele seja, abrange conflitos em sua natureza. Não como negar: sempre existirão conflitos em todo caso de amor. Ele se constituem em parte inerente da relação amorosa. Mas quando se namora ou se casa nenhuma das partes pensa que os conflitos terão presença no relacionamento amoroso.

Na verdade ninguém pensa ou quer brigar com aquela pessoa que se ama, que regularmente se faz sexo, que lhe distribui sorrisos e beijos e cuja presença lhe é agradável. Pensa-se que o relacionamento amoroso será sempre “um mar de rosas”. Infelizmente a realidade da vida não é esta.

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Por que ocorrem os Conflitos no Relacionamento Amoroso?

Ocorrem conflitos no relacionamento amoroso em função das divergentes formações, dos diferentes pensamentos e do instintivo anseio de mudar a pessoa que se ama, para que ela se torne mais parecida possível consigo mesmo.

Quando amadurecidos no relacionamento, casais não tendem a agir dessa maneira, não tendem um a mudar o outro. Se uma parte muda é porque assim se permitiu e lhe é conveniente e profícua essa mudança.

Tentar impor mudanças comportamentais ou adoção de pensamentos e ideias próprias é um erro primário em casais pouco amadurecidos individualmente e no relacionamento. Cada um sabe que se agir assim estará cometendo um erro grosseiro e estimulando o surgimento de conflitos.

Conflitos ocorrem também porque o amor é um sentimento ambíguo (que tem diferentes sentidos). Da mesma maneira que se ama, também se odeia (?). Ama-se porque o objeto de adoração (homem ou mulher) lhe traz benefícios, envolve-o (a) de felicidade (carinho, aconchego, compreensão) e sensação de bem-estar (segurança, paz de espírito, harmonia).

O ódio tem sua origem no sentimento de perda, que nasce juntamente da mesma semente que o amor. Odeia-se pela ideia de perder aquilo que lhe faz bem, que lhe proporciona a felicidade e o bem-estar.

Quando ocorre o conflito, inconscientemente, surge a ideia que ele provocará a não adoção do pensamento, ideia ou conduta que se deseja impor, ou que possa ocorrer a separação, fato indesejável no plano do amor que redunda na perda. O ódio surge dessa ideia de perda, do afastamento daquilo que se ama e que lhe faz bem.

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Evitando os Conflitos

O casal deve procurar vencer as divergências e dificuldades surgidas no relacionamento amoroso e buscar a harmonia e da felicidade conjunta. Este patamar se atinge pela conversa sincera, aquela feita de “coração aberto”.

Por experiência própria em meus relacionamentos ao longo de minha vida, eu costumo conversar com a mulher que me relaciono em relação a assuntos delicados, assuntos que causam desconforto unilateral ou mútuo, empregando como introdução a frase de efeito: “Vou abrir meu coração para você…”. Esta frase é a senha que convenciona no início do relacionamento para que ambos saibam que quando dita significa que um abordará logo a seguir um assunto delicado, que deve contar com a atenção, paciência e compreensão do outro.

Crie uma forma pessoal de abordar a divergência que está lhe causando desconforto ou infelicidade no relacionamento. Seja inventivo (a) e crie uma senha, uma frase que quando dita logo o outro entenderá que se está sofrendo com algo e que se deseja o resgate da harmonia e da felicidade.

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10 Dicas para Reduzir os Conflitos

É importante que se saiba como reduzir os conflitos em vista que eles fazem parte inerente ao relacionamento. Seguem dez dicas que podem lhe ajudar a reduzir ou mesmo evitar o surgimento de conflitos que inevitavelmente irão trazer desarmonia e infelicidade.

1 – Desde o início do relacionamento procure conhecer os hábitos particulares da outra parte. Isso evita situações desagradáveis que podem irromper num conflito;

2 – Não imponha que a outra parte faça as atividades que você gosta. Lembre-se que se possível, o casal deve fazer o maior número possível de atividades em conjunto (dormir, encontrar com amigos, assistir a um programa de TV ou filme), embora nem sempre isso seja possível;

4 – No caso de programar-se para uma atividade que se gosta, não deixe de convidar a outra parte visando sua participação e companhia, mesmo que ela não goste. Isso evita que ela se sinta deixada de lado ou menosprezada;

5 – Gostos, opiniões, pensamentos, ideias são naturezas singulares que podem coincidir ou não. Não imponha, tente convencer. Se não obtiver sucesso na adesão, deixe de lado e volte a tentar em outra hora. Caso a decisão de não adoção persista, não insista. Se insistir certamente gerará um conflito;

6 – Elogios devem ser medidos e bem direcionados. Não fique elogiando a vizinha por suas qualidades ou dotes físicos. Jamais faça isso. E muito menos fale na compra do carro novo ou motocicleta do vizinho ou na prática esportiva que ele faz regularmente. Evite abordar esses assuntos nas conversas porque eles são verdadeiros estopins para surgirem conflitos. Fale mais sobre seu relacionamento, suas ideias, seus objetivos pessoais e em conjunto. Num relacionamento amoroso saudável e amadurecido tem muito de bom e salutar a ser dito e ouvido;

7 – Não faça deliberadamente ações que sabidamente causam desagrado à outra parte do relacionamento. Se sabe que desagrada, porque fazer? Também não se limite a não fazer aquilo que se gosta. Não abra mão de sua felicidade em função de não desagradar o outro. A compreensão e aceitação faz parte da felicidade e bem-estar;

8 – Não crie o hábito de cobrar ações, procedimentos e condutas de que se ama. A cobrança é uma forma de domínio, de hierarquia. Ela de certa maneira oprime, sufoca. Leve o fato para a mesa do diálogo e apresente suas justificativas para a adoção de determinado procedimento ou ação e os benefícios conjuntos que ele poderá proporcionar;

9 – Lembre-se de não guardar mágoas ou rancor de algo que não lhe agradou. Logo que for possível fale a respeito. Aborde o assunto num tom sereno e amigável e não agressivo, dando indícios que o ódio já lhe domina o coração e o pensamento;

10 – Lembre que pessoas são seres únicos e quanto mais se respeitar essa individualidade, sem que ela lhe ofenda os princípios ou macule o relacionamento, mais se estará fortalecendo a união, o amor, a felicidade desejada.

Robert  Thomaz

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Robert

Robert Thomaz é escritor, poeta, autodidata, pesquisador, blogueiro. Dedica-se ao estudo e pesquisa de assuntos relativos à qualidade de vida, relacionamento intrapessoal, relacionamento interpessoal, saúde e bem-estar.

Website: http://sentimentoseletras.com.br

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